Café Gesha Brasileiro
O Gesha (ou Geisha) é a variedade de café mais cobiçada do mundo. Descoberta na Etiópia e consagrada no Panamá, ela produz xícaras florais, delicadas e complexas que já quebraram todos os recordes de preço em leilões internacionais. E o Brasil entrou nesse jogo: em regiões de altitude como o Caparaó, produtores vêm colhendo Geshas nacionais de nível competitivo.
Por que o Gesha é tão especial (e tão caro)
A planta é frágil, produz pouco e exige altitude e manejo minucioso. O que ela devolve em troca é um perfil sensorial que nenhuma outra variedade entrega: jasmim, camomila, frutas de caroço, cítricos delicados e uma doçura limpa que lembra chá fino. É café de ocasião e de presente. Contamos a história completa do Gesha no blog.
O Gesha brasileiro da Pandora: Iris
Nosso Gesha atual é o Iris, um nanolote arrematado na 8ª edição do Conexão Caparaó, onde ficou em 4º lugar no leilão. Foi produzido por Pedro Inácio Lacerda, que aos 18 anos representa a nova geração de produtores da região, no Sítio Pedra Menina, em Dores do Rio Preto, no Espírito Santo, a 1.300m de altitude.
É um Gesha natural fermentado, e na xícara revela jasmim, morango, nectarina e uma acidez cítrica de bergamota, com finalização limpa e elegante. Torramos no Rio de Janeiro, em lotes mínimos, com perfil de torra claro pra preservar o floral.
Por ser nanolote, o Iris é vendido em embalagem de 100g, disponível somente em grão, e a quantidade é limitada à safra: quando acaba, só na próxima colheita.
Como preparar um Gesha
Métodos filtrados são o caminho: V60, Kalita ou Aeropress, moagem média e água um pouco abaixo da fervura. O objetivo é clareza, não corpo. Se quiser um passo a passo, veja nossa receita simples de V60.
Perguntas frequentes
O que é café Gesha?
É uma variedade de café arabica de origem etíope, famosa pelo perfil floral e delicado. É considerada a variedade mais premiada do mundo em competições e leilões.
Por que o Gesha custa mais que outros cafés?
Porque a planta produz pouco, exige altitude e cuidado constante, e a demanda mundial é muito maior que a oferta. Cada lote é pequeno e disputado.
O Gesha da Pandora é importado?
Não, é brasileiro. É colhido no Caparaó, uma das regiões de maior altitude do país, e torrado na nossa torrefação no Rio de Janeiro, toda semana.
Sempre tem Gesha disponível?
Nem sempre. Nanolotes são limitados à safra. Se estiver esgotado, cadastre seu e-mail na newsletter do site que avisamos quando o próximo lote chegar.